Curso de MTLLC/Doutorado em Literatura Comparada - IL/UERJ - Arte Moderna e crise da representação. Barroco e Neobarroco: estética do artifício e horror à vacuidade. Barroco americano como arte da contraconquista: alegoria, paródia, ironia, carnavalização. Camp, kitsch e o Travestismo ou a profundidade da aparência.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
segunda-feira, 19 de julho de 2010
PROGRAMA de Curso - 2014/1- quintas-feiras, 10:30 - 13:50
Programa
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I – Clement Greenberg, Arthur Danto e o fim da arte
II – Barroco: arte da contraconquista:
1. Alejo Carpentier: barroco e real-maravilhoso 2. Lezama Lima e a expressão americana III - Do Barroco ao Neobarroco? 1. Severo Sarduy 2. Irlemar Chiampi 3. Pierrette Malcuzynski 4. Vilém Flusser: Barroco, síntese e a-história
IV – Por uma estética da contraconquista:
alegoria, paródia, ironia, carnavalização. Camp, kitsch e o Travestismo:
– Leitura de contos e poesias: Carpentier,
Jorge Luis Borges, Guimarães Rosa, JJ Veiga, Affonso Ávila, Haroldo de Campos,
Paulo Leminsk, Murilo Mendes
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Bibliografia Inicial
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ANDRADE,
Oswald. Manifesto Antropofágico. In:
A utopia antropofágica (Obras completas). São Paulo: Globo/Secretaria de Estado
da Cultura, 1990, p. 47.
BASUALDO, Carlos (org.) Tropicália: uma revolução na cultura brasileira. São Paulo: Cosac Naify, 2007.
BENJAMIN,
Walter. Origem do drama barroco alemão.
Trad. apres. e notas de Sérgio Paulo Rouanet. São Paulo: Brasiliense, 1984.
BORGES, Jorge Luis. Obras completas. 17. ed. Buenos Aires: Emecé, 1989. CAMPOS, Haroldo de. A razão antropofágica: a Europa sob o signo da devoração. In: Revista Colóquio Letras; N. 62. Jul/1981.
____. O sequestro do barroco na formação da
literatura brasileira: o caso Gregório de Matos. São Paulo: Iluminuras,
2011.
CÂNDIDO, Antônio. Literatura e subdesenvolvimento. In: FERNÁNDEZ MORENO, César (coord.) América Latina em sua literatura. São Paulo: Perspectiva, 1979, p. 343-362. CARPENTIER, Alejo. El reino de este mundo. Barcelona: Seix Barral, 1984. _____. Écue-yamba-ó. Madri: Alianza, 2002. _____. Lo barroco y lo real maravilloso. In: Razón de ser. La Habana: Letras cubanas, 1980. CHIAMPI, Irlemar. La literatura neobarroca ante la crisis de lo moderno. In: Criterios, La Habana, número 32, julho-dezembro de 1994, 171-183.
DANTO, Arthur. Após
o fim da arte: a arte contemporânea e os limites da história. Trad. Saulo
Krieger. São Paulo: Odysseus, 2006.
FLUSSER, Vilém. Pós-história:
vinte instantâneos e um modo de usar. São Paulo: Annablume, 2011.
JUÁREGUI, Carlos. Canibalia: canibalismo, calibanismo, antropofagia cultural y consumo en América Latina. La Habana: Casa de las Américas, 2005, p. 11-12. LABRIOLA, Rodrigo. Neobarroco na América Latina: teoria literária e incômodo epistemológico. In: Revista EUTOMIA, Pernambuco, número 02, 2008, p. 162-173.
LIMA, Lezama.
La expresión americana. Havana:
Letras Cubanas, 1993.
MALCUZYNSKI, M-Pierrette. El campo conceptual del (neo)barroco. (Recorrido histórico y etimológico). In: Criterios, La Habana, número 32, julho-dezembro de 1994, p.131-170.
SARDUY,
Severo. Ensayos generales sobre el
barroco. México/Buenos Aires: FCE, 1987.
SONTAG,
Susan. Notas sobre lo Camp. In: Contra la
interpretación y otros ensayos. Madri: Alfaguara, 1996.
SHOHAT, Ella
& STAM, Robert. Crítica da imagem
eurocêntrica. Trad. Marcos Soares. São Paulo: Cosac Naify, 2006.
XAVIER, Ismail. Alegorias do subdesenvolvimento: cinema novo, tropicalismo, cinema marginal. São Paulo: Cosac Naify, 2012. |
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